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Museu Nacional de História Natural de Angola

Museu Nacional de História Natural de Angola

O Museu Nacional de História Natural (MNHN) é uma instituição pública de carácter museológico, sem fins lucrativos, dedicada por excelência a actividades de documentação, pesquisa e comunicação que reflectem a biodiversidade de Angola, com a finalidade de promover o conhecimento científico, sendo tutelado pelo Executivo e superintendido pelo Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente através do Instituto Nacional do Património Cultural.


Tem por função preservar, através da pesquisa, dos projectos e acções de conservação da biodiversidade, das actividades de educação ambiental, patrimonial e do seu acervo, que abrange as áreas da zoologia, da botânica da paleontologia e do património natural.

 

As colecções científicas de material biológico que salvaguarda, constituem o testemunho e banco de dados do conhecimento gerado pela pesquisa pregressa, realizada nas áreas da sistemática e taxonomia, biologia e ecologia.

 

O Museu Nacional de História Natural está localizado no centro da Cidade capital da República de Angola, Distrito de Ingombota, Município de Luanda, Província de Luanda, sendo uma das mais importantes instituições destinadas à pesquisa e difusão das ciências naturais do país.

 

 

HISTÓRICO E CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

Breve resumo

 

A história do Museu Nacional de História Natural começa em 1858, quando a portaria assinada por Sá da Bandeira dava como criado o primeiro museu da cidade de Luanda.

 

A escolha do local recaiu sobre as ruínas de uma antiga igreja “que foi outrora Sé de Luanda”. Este edifício foi destinado para observatório meteorológico, para museu e biblioteca.

 

No entanto, o espólio composto por algumas variedades de madeiras, minerais e produtos agrícolas, não foi suficiente para despertar o interesse da parte mais evoluída da capital e, poucos anos após a sua abertura, o museu encerrou as suas portas para reabrir quase um século depois sob designação de Museu de Angola.

 

As actuais instalações do Museu Nacional de História Natural foram construídas em 1956 para albergar o então museu multidisciplinar, o Museu de Angola, criado pela Portaria Ministerial nº6 de 8 de Setembro de 1938.

 

De 1959 à 1974, o Museu de Angola esteve sob a Direcção do Instituto de Investigação Científica de Angola – IICA, assumindo a Direcção do Museu o director do referido instituto.

 

O Museu compreende um vasto património, reunido desde a criação em 1938 do Museu de Angola, organismo que até a data da independência de Angola, no ano de 1975 se dedicou a inventariação, classificação, ao tombo e conservar monumentos, edifícios, obras, documentos, colecções e objectos de valor histórico e artísticos existentes em Angola.

 

Com o desmembramento das colecções do Museu, após a independência do país, de acordo os objectivos da Política Cultural do Governo da República de Angola, a Instituição se transforma no Museu Nacional de História Natural em 1976, planeando e executando as suas próprias actividades a partir do património natural existente do qual se incluem colecções científicas de material biológico que salvaguarda e constituem o testemunho e banco de dados do conhecimento gerado pela pesquisa, realizada nas áreas da sistemática e taxonomia e biologia (zoologia, botânica e geologia).

 

Em 1992, o Museu foi encerrado por motivos de obras dado o estado de deterioração das suas infraestruturas e manteve-se durante 10 anos. Na expectativa de cumprir na íntegra com o seu papel, o Ministério da Cultura envidou todo o esforço na procura de possíveis apoios para recuperação do acervo danificado, das infraestruturas físicas e criação do SIEXPO, no que se veio a concluir as referidas acções no ano de 2002, ano em que se reabriu as portas ao público visitante.

 

No ano de 2014, por necessidade de outra reabilitação do Museu, o mesmo foi novamente encerrado sob o Despacho nº 1218/14, da Ministra da Cultura de 26 de Maio, publicado no Diário da República nº 98 I série.

 

Tendo sido concluídas as obras de reabilitação do Museu Nacional de História Natural que originaram o seu encerramento por um período temporário e estando criadas as condições mínimas de reabertura visando o normal funcionamento, foi determinada a reabertura ao público do Museu Nacional de História Natural sob o Despacho nº 228/16 da Ministra da Cultura de 16 Setembro 2016.

 

DEFINIÇÃO DA INSTITUIÇÃO:

 

O Museu Nacional de História Natural, rege-se pelo Decreto Presidencial n.º 44/11, de 7 de Março, que aprova o Estatuto Geral dos Museus, segundo o Decreto Executivo n.º 196/13, publicado em Diário de República I Série – N.º 104.

 

 

 

MISSÃO

 

O Museu Nacional de História Natural é uma instituição científica e de investigação, dedica-se fundamentalmente aos trabalhos de exposições permanentes e temporárias, conservando simultaneamente colecções de grande valor científico, assim como a necessidade de proteger e valorizar o património histórico - natural. Outro papel importante do Museu Nacional de História Natural é a educação ambiental e divulgação da biodiversidade.

 

A sua contribuição na educação formal e informal do cidadão nacional e estrangeiro é relevante, pois pode resultar num comportamento responsável dos cidadãos na conservação da natureza.

 

Visão Institucional

 

O Museu Nacional de História Natural pretende ser uma instituição de excelência na investigação faunística, assim como na qualidade de depositário do património faunístico de Angola. Sendo a única instituição nacional vocacionada ao estudo da fauna, e mantendo colecções de referência, o Museu tem a visão de abranger a sua actividade à todo território angolano, com ênfase para as áreas prioritárias de conservação, isto é, habitats e ecossistemas com baixo nível de distúrbio humano, bem como fazer-se presente nas áreas com alto grau de biodiversidade e centros de endemismo da fauna de Angola.

 

Idealmente, o que desejamos atingir ao cumprir a missão é que o museu se torne um Centro de Discussão da Relação do Homem com o Ambiente onde se insere do ponto de vista interdisciplinar (biologia, história, antropologia, ecologia, psicologia, sociologia, arquitectura e outras) a partir das colecções, da sua documentação e das exposições.

 

Tencionamos, assim, projectar a Cidade de Luanda, a capital do país, com uma perspectiva ousada de fusão entre a ciência e a cidade, promovendo, deste modo, uma relação de proximidade, de respeito e de transparência entre a comunidade local e a comunidade científica.

 

OBJECTIVOS DA INSTITUIÇÃO

 

O Museu Nacional de História Natural tem como objectivo principal a pesquisa em biodiversidade, a manutenção de colecções científicas, a preservação e a conservação de espécies e ecossistemas naturais, a difusão científica, a educação ambiental, patrimonial e deve:

·       Melhorar os cuidados com as colecções;

·       Desenvolver um plano de conservação de longo alcance para as colecções;

·       Melhorar a manutenção e a conservação do espaço físico/edifício;

·       Desenvolver um plano de conservação de longo alcance para o espaço físico/edifício;

·       Aumentar a conscientização dos funcionários em relação às preocupações e técnicas para conservação das colecções;

·       Desenvolver um Plano de Educação Ambiental e Patrimonial aos visitantes.

NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS

 

Actualmente, o Museu possui um total de 27 trabalhadores e 10 colaboradores distribuídos pelas diferentes áreas, desde os Técnicos Superiores (os Especialistas), aos Básicos e Quadros Administrativos. A maioria dos técnicos especialistas possuem licenciatura em Biologia com alguma formação continuada na área realizada no país e no estrangeiro.

 

ACERVO

 

O Museu compreende um vasto património, a Zoologia é a disciplina que conforma o acervo do Museu, compreendendo os seguintes grupos: Mamalogia, Ornitologia, Herpetologia, Ictiologia, Entomologia e Malacologia e assim distribuídos:

 

O número total do acervo biológico é de 1062 exemplares divididos nos salões de exposições e colecção científica. Nos salões de exposições estão expostos 729 exemplares conforme tabela acima. A colecção científica possui um total de 333 exemplares entre répteis, peixes, mamíferos e anfíbios provenientes a quando do enchimento da albufeira de Kapanda e a colecção de conchas, peixes e crustáceos oferecidos pelo Drº Chrisfried Schoenherr, estando neste momento a decorrer o inventário das conchas.

 

O número total do acervo bibliográfico é de 700 exemplares existente no Museu Nacional de História Natural. Destes temos cerca de 120 exemplares, que foram doados pela Embaixada de Portugal em Angola. O seu conteúdo retrata a Literatura e História Portuguesa.

 

Cerca de 580 exemplares foram adquiridos pelo Museu Nacional de História Natural, cujos mesmos, retratam a Biologia e as Ciências da Natureza.

 

ESPAÇOS

 

O Museu ainda possui espaços para exposições temporárias e conserva simultaneamente, colecções de grande valor científico, assim como a necessidade de proteger e valorizar o Património Cultural e Natural e um auditório para conferências. Também em anexo ao Museu existe um Laboratório para a realização de trabalhos de carácter científico, uma Biblioteca, um Arquivo.

 

EXPOSIÇÃO PERMANENTE

 

O Museu compreende um vasto património, reunido desde a criação em 1938 do Museu de Angola, organismo que até a data da independência de Angola, no ano de 1975 se dedicou a inventariação, classificação, ao tombo e conservar monumentos, edifícios, obras, documentos, colecções e objectos de valor histórico e artísticos existentes em Angola.

 

Com o desmembramento das colecções do Museu, após a independência do país, de acordo aos objectivos da Política Cultural do Governo da República de Angola, a Instituição se transforma no Museu Nacional de História Natural em 1976, planeando e executando as suas próprias actividades a partir do património natural existente do qual se incluem colecções científicas de material biológico que salvaguarda e constituem o testemunho e banco de dados do conhecimento gerado pela pesquisa, realizada nas áreas da sistemática e taxonomia e biologia (zoologia, botânica e geologia).

 

EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS

 

O museu oferece programação de exposição temporária e nas últimas exposições temporárias realizadas teve um particular destaque a “Exposição sobre a Palanca Negra Gigante” no âmbito do II Festival Nacional de Cultura – II FENACULT no ano de 2014.

 

O Salão Internacional de Exposições – SIEXPO tem realizado exposições de artes visuais com uma programação autónoma à política das exposições do Museu. Actualmente desenvolve um programa de exposições único, embora com alguma particularidade ao SIEXPO que se prevê o estabelecimento de parcerias com curadores independentes, na programação de uma agenda cultural anual de exposições de arte e da especialidade afim aos objectivos da Instituição, acompanhada de palestras, seminários, workshops e conferências, com o uso do Auditório.

 

ARQUITECTURA

 

A infraestrutura do Museu é de característica da arquitectura moderna, construída na década dos anos 50 com a finalidade de sediar um museu multidisciplinar com condições de albergar colecções das ciências da natureza.

 

PÚBLICO

 

O Museu tem registado visitas de público de várias origens, crianças, jovens (enquadrados em grupos de escolas e acompanhados pelos seus encarregados de educação) adultos e de terceira idade entre nacionais e estrangeiros. O índice de visitas regista picos e quedas ao longo do ano e a registar o período de Novembro, Janeiro e Fevereiro, os mais relevantes nas visitas. Intercâmbio com algumas instituições do Ensino Superior e Escolas do Ensino Geral públicos e privados.

 

ACÇÕES EDUCATIVAS E CULTURAIS

 

O Museu tem oferecido visitas acompanhadas, oficinas para crianças com o apoio dos professores das respectivas escolas.

 

O Museu tem promovido alguns eventos culturais dentro e fora da instituição como palestras, seminários ao público em comemorações de datas oficiais e efemérides com o objectivo de comemorar a efeméride e transmitir nas crianças conteúdos sobre a Diversidade Biológica, sensibilizando-as a contribuir na conservação da Natureza.

 

 

 

OBJECTIVOS - CIENTÍFICOS

 

O MNHN possui as seguintes áreas de actuação, especialização e linhas de pesquisas:

A Zoologia é a disciplina que conforma o acervo do Museu, compreendendo os seguintes grupos: Mamalogia, Ornitologia, Herpetologia, Ictiologia, Entomologia e Malacologia.

 

Tendo sempre como referência as colecções do museu, são desenvolvidos projectos e outras actividades científicas, que visam contribuir para a valorização do património natural angolano e que enriqueçam o conhecimento académico. Além disso, ocorre a difusão dos resultados obtidos por meio de exposições permanentes e temporárias, bem como através do desenvolvimento de inúmeras acções educativas e eventos.

 

No museu, a pesquisa nas áreas da História Natural se concentra nas seguintes áreas especializadas: Botânica e Biodiversidade, Cartografia Histórica, Conservação e Restauro, Paleontologia, Património Geológico e Plantas Medicinais. Essa construção de conteúdos passa, por um lado, pelo estudo das colecções do museu, assim como de todo o espólio que vai integrando o seu fundo, mas acima de tudo, na construção de documentação de apoio às exposições, às iniciativas e eventos que o Museu organiza.

 

A realização da Catalogação e Cartografia da Fauna e Flora de Angola, no âmbito do Projecto sobre o Corredor do Kwanza, tendo como principal objectivo a identificação e inventariação de todas as espécies de interesse patrimonial e histórico, relevantes para a preservação da biodiversidade, aparece-nos neste contexto como fundamental para o início da construção de uma lógica museológica como base experimental de trabalho.

 

Da mesma forma torna-se premente a conclusão do Projecto Estudo dos Embondeiros de Mazozo, Projecto Biodiversidade de Mazozo nas áreas Peixe e Répteis e Projecto sobre os Morcegos de Calumbo, a Colecção de Conchas do Dr Chrisfried Schoenherr, Monitorização das aves, Importância da Mutonga-Tonga, instrumentos para serem inventariados e documentados e dar lugar a diversas exposições e edições de publicações.

 

Museu Nacional de História Natural: espaço(s) e conteúdos

 

O Museu deve assentar a sua filosofia no território enquanto recurso complexo que integra a população, o meio físico e os recursos naturais.

 

É nesta perspectiva que entendemos dever assentar a política do Museu Nacional de História Natural e, necessariamente, a construção de uma nova linguagem e abordagem ao público como uma instituição que não se encerre nas lógicas locais e abra as portas ao conhecimento de outras realidades museológicas e científicas, com a criação de uma rede de parcerias abrangente.

 

A participação em redes que agrupem pessoas, instituições e organizações autónomas comprometidas com a investigação, fomentando desta forma novos pontos de vista, acesso a outras exposições, avaliação e discussão de métodos de gestão, cooperação com outros profissionais absorvendo e dando a conhecer as diferentes expectativas e fórmulas de intervenção, trarão ao Museu um amplo conjunto de mais valia informativas e formativas, que sustentarão grande parte da actividade do museu. Em particular, da disponibilização de conteúdos e espólio que alimente a organização de exposições temporárias directa ou indirectamente relacionadas com as temáticas programáticas e a estratégia desenvolvida pela instituição.

 

INTERCÂMBIO

 

Neste âmbito, entendemos ser particularmente importante o aprofundamento de relações com: os museus integrados na Rede Internacional de Museus de Ciências da Natureza; nomeadamente, Museu de História Natural em Pretória (África do Sul), Museu de História Natural de Maputo (Moçambique), Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa, Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto (Portugal), Museu de Ciências Naturais de Madrid e Barcelona (Espanha), Museu Nacional de História Natural da Universidade de São Paulo, Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG (MHNJB/Universidade Federal de Minas Gerais (Brasil), Museu de História Natural de Changai (China) e Museu de História Natural de Londres (Reino Unido).

 

As dinâmicas que advirão deste aprofundar de relações no âmbito das parcerias, poderão funcionar como um auxiliar importantíssimo no envolver de outras estruturas e instituições locais. Assim, a nova lógica museológica deve assentar, de uma forma clara, na diversidade e no reforço da função multidisciplinar que caracteriza o M.N.H.N. Neste contexto foram celebradas assinaturas de Convénios de parcerias e apoios com as empresas nacionais: SONANGOL, Faculdade de Ciências da Universidade Agostinho Neto, Instituto Nacional de Investigação Pesqueira (INIP), Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF), Gabinete de Aproveitamento do Médio Kwanza (GAMEK), Ministério do Ambiente, Empresas de Transporte público (TCUL, SGO e MACON).

 

Esta opção dará uma maior dimensão ao processo museológico e valorizará os distintos temas que, em função da diversidade geológica, histórica e natural de Angola, se poderá desenvolver.

 

 


 

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