À entrada da gruta, apenas brota água duma tranquila nascente que ao fundo dela se aloja. O vestíbulo da gruta conhecida por “sala dos lagos” (Timóteo1974. Pag.54) é surpreendente. No interior podemos observar majestosas estalactites na sua abóbada, algumGrutas de "ONDIMBA"

Durante muito tempo pensava-se haver ali um grande tesouro, o que parece apenas um tesouro de esperança.
Estas histórias correram mais num período de grande fixação dos portugueses.
Ensaiavam várias pesquisas na região e com ela a ânsia de encontrar minerais.
À entrada da gruta, apenas brota água duma tranquila nascente que ao fundo dela se aloja.
O vestíbulo da gruta conhecida por “sala dos lagos” (Timóteo1974. Pag.54) é surpreendente.
No interior podemos observar majestosas estalactites na sua abóbada, algumas com mais de um metro e meio das paredes rendadas pelos lindos recortes de alabastros.
Também vê-se estalagmites que se encontram presas no chão como se fossem figurinhas hiercíticas de um templo abandonado.
Ainda se podem observar pequenos lagos de um regato silencioso e transparente, que percorre salas e galerias com cores diversas e brilhantes em algumas partes cor de marfim velho, recordando as estátuas de cultura chinesa. Na verdade parecem mandarins espetados naquela meia obscuridade que as lanternas permitem focar.
A gruta é uma das maravilhas naturais desta Província e do Pais, que tranquilamente dorme, a espera que o homem huilano lhe dê vida e usufrua dos seus encontros.
É caracterizada por uma montanha com algumas perfurações que constituem as referidas grutas, com 7 salas no seu interior bem como por um lago que localiza-se na parte frontal das grutas, fazendo com que haja uma bela visibilidade para os turistas, sendo um portal de visita.Características
Localização
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Galeria
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