Huíla acolhe voos experimentais de parapente e prepara-se para se tornar novo destino de desportos radicais em Angola
A província da Huíla deu, esta semana, um passo histórico rumo à diversificação da sua oferta turística ao receber representantes de escolas de parapente do Brasil e da África do Sul para a realização de voos experimentais. A iniciativa marca o início de um processo que poderá transformar a região num dos principais destinos nacionais para a prática deste desporto radical.
Os testes iniciaram-se na segunda-feira, com um voo experimental a partir do Cristo Rei, no Lubango, considerado um sucesso pelos pilotos envolvidos. Quatro atletas estiveram no ar, incluindo o angolano Carlos Teixeira, atualmente o único instrutor ativo no país, com trabalho regular na Barra do Kwanza. O momento foi registado em vídeo e foto, evidenciando as condições naturais da Huíla para a modalidade. 
Durante os dias seguintes, as equipas realizaram avaliações técnicas na Tundavala e na Serra da Leba. Embora os ventos não tenham sido favoráveis para voos completos, os especialistas deixaram um parecer muito positivo sobre o potencial aéreo, geográfico e turístico da província. Segundo os pilotos estrangeiros, a região possui condições ideais para a prática segura do parapente, sendo uma oportunidade que Angola ainda não explora plenamente, resultando até ao momento, em perda de receitas turísticas.
estratégia de atrair mais turistas e dinamizar novas rotas que possam servir este nicho de mercado. A companhia pretende utilizar o parapente como um produto turístico diferenciador, capaz de gerar novos fluxos de visitantes para o sul do país.Disponível todos os dias das 08h00 às 22h00. Permite esclarecer dúvidas, apoiar reservas e orientar na escolha das melhores opções de alojamento e serviços turísticos.