Projecto Okavango é uma mais-valia para o país

FOTO: CLEMENTE DOS SANTOS
FOTO: CLEMENTE DOS SANTOS

Luanda - O projecto da National Geographic sobre a Vida Selvagem do Okavango é uma mais-valia para o país, por divulgar as potencialidades do ecoturismo, afirmou, nesta quinta-feira, em Luanda, o director da Unidade de Gestão da componente angolana da áre

De acordo com o responsável, que falava à Angop à margem do Simpósio  de Conservação "Lisima LYa Mwono", se o país investir nas infra-estruturas básicas haverá visitas turísticas, contribuindo para a arrecadação de receitas, diversificando a economia através do turismo.

Rui Lisboa adiantou que o investimento passa pela melhoria das vias de acesso, infra-estruturas básicas (luz, água e comunicação) como forma de incentivar os operadores privados a investir também nos referidos locais.

Frisou a necessidade se proteger  toda a área e o simpósio vai ajudar a partilhar informações e juntar sinergias com vista a protecção e   desenvolvimento sustentável da área.

Apesar dos constrangimentos, disse, foram lançadas algumas iniciativas turísticas e se está a trabalhar na operacionalização do roteiro turístico transfronteiriço, atraindo turistas namibianos para entrarem no país e, desta forma,  Angola integrar  o  roteiro turístico regional.  

O Ministério do Ambiente  encara este projecto em função dos estudos preliminares que foram realizados, considerando vital conservação das duas bacias hidrográficas que transcende o país, concretamente as bacias do Cubango Okavango e do Zambeze.

A instituição vai lançar um outro projecto sobre safar aéreo, para que os turistas possam sobrevoar a região, para desfrutar das belas paisagens e riquezas destas áreas.

A componente angolana desta área transfronteiriça da conservação Okavango Zambeze é de 90 mil quilómetros quadrados, integrados pelo municípios do Cuito- Cuanavale, Mavinga, Rivungo, Dirico e Nagove e a parte integrante de dois parques nacionais, Luenga Luana e Mavinga.

O projecto regional Okavango/Zambeze (KASA), lançado em 1993, constitui a maior iniciativa transfronteiriça do Continente Africano, com 444 mil e 462 quilómetros quadrados. Liga 36 áreas de conservação a nível de Angola, Zâmbia, Zimbabwe, Botswana e Namíbia, na região da África Austral.

Fonte: ANGOP



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