Pediva

Lagoas de águas termais em Pediva | Pedro Carreno
Lagoas de águas termais em Pediva | Pedro Carreno

O Deserto do Namibe é, sem dúvida, lugar de muitos recantos surpreendentes e seus oásis, o rio Curoca corre entre rochedos e na Pediva forma pequenas lagoas onde brotam águas Termais.

O Deserto do Namibe é, sem dúvida, lugar de muitos recantos surpreendentes e seus oásis, o rio Curoca corre entre rochedos e na Pediva forma pequenas lagoas onde brotam águas Termais.

Com duas piscinas naturais marcam o ponto de onde emergem águas termais. Na lagoa mais pequena a água é bastante quente; na maior  um pouco mais abaixo, a água é um pouco mais fria.

Dizem que estas termas da Pediva  são excelentes para doenças de pele.Como qualquer deserto, o Namibe tem os seus oásis. Lá no sul do país o rio Curoca corre por entre rochedos e em Pediva forma pequenas lagoas onde brotam águas quentes. Este ponto de água Parque Nacional de Iona é lugar inesperado do grande deserto. Refrescante, vivo e curativo.

Este nosso Deserto do Namibe é, sem dúvida, lugar de muitos recantos surpreendentes. Voltamos à terra do grande silêncio com Pediva no horizonte. Este lugar não faz parte dos grandes roteiros turísticos nacionais, normalmente confinados aos “clássicos”.

Mas para quem vive no Namibe ou se atreve a explorá-lo, este oásis é obrigatório.

O rio Curoca é lufada de ar fresco.

A linha de água ziguezagueia com a intermitência de um rio de deserto. Na época seca, o leito é barro e pó; mas quando a época das chuvas chega às terras altas da Huila, o Curoca vira água em enxurrada a caminho da foz, já perto do Tômbua.

É a melhor época para conhecer Pediva.E agora a surpresa: no curso do Curoca, duas piscinas naturais marcam o ponto de onde emergem águas termais.

Na lagoa mais pequena a água é bastante quente; na maior, um pouco mais abaixo, é um pouco mais fria. Dizem que estas termas de Pediva são excelentes para doenças de pele.

Explorar a região em torno de Pediva é outro espectáculo à parte.

O lugar é árido e imenso. Pequenas formações rochosas moldam a paisagem por onde se movem os povos locais. Perto das águas quentes há um morro onde se pode ver, lá em cima, o que resta da casa de um português chamado Vasco Pereira. Contam que foi o maior caçador de animais selvagens do Iona.

Recordação não muito grata e que as autoridades estão a tentar que não se repita. Recentemente foi criado em Pediva um posto de controlo da Polícia Nacional.

Outras localidades do parque – Charojamba, Ovipaca, Nevamalulo e Monte Negro – juntam-se a esta rede que tenta terminar com os caçadores furtivos e com os comerciantes ilegais.

O potencial das paisagens de Pediva já há muito chamou a atenção das autoridades. Há a ideia de criar nas imediações do Curoca um aldeamento para receber os visitantes que torcem o nariz a acampar, que está permitido em Pediva (antes de montar a tenda e imbambas lembre-se sempre de pedir autorização às autoridades locais, mais que por segurança, por respeito a quem vive este espaço).

Enquanto não se constrói este hotel, existe a opção, alguns quilómetros depois, do Lodge Omauhua, com bungalows e área para autocaravanas.

Esta viagem a Pediva é aventura, imersão no deserto e nas águas que brotam desde o interior do Namibe. Um cantinho mais a incluir num roteiro por esta região cheia de lugares fantásticos como a Foz do Cunene, a Baía dos Tigres ou as pinturas de Tchitundu-Hulu.

Fonte: Redeangola

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